Ricardo Goulart

Divulgação e comentários sobre assuntos diversos que afetam nossa vida em sociedade

22

de
abril

AMAZÔNIA ORIENTAL: FRONTEIRA VULNERÁVEL

Dos 25 mil homens de que o Exército dispõe para defender a Amazônia de ameaças que vão do tráfico de drogas à cobiça internacional pelas riquezas naturais, 240 vigiam mais de 2 mil quilômetros de fronteira com as Guianas e o Suriname, na chamada Amazônia oriental. Destes, um contingente de 17 soldados tem a missão de proteger uma faixa de 1.385 quilômetros de fronteira seca no extremo norte do Pará. Se distribuídos nesse território, caberia a cada homem vigiar 12.150 quilômetros quadrados.
A região é vista como o ponto fraco do sistema brasileiro de defesa e preocupa o chefe do Comando Militar da Amazônia, general Augusto Heleno Ribeiro Pereira. "O contingente é muito pequeno. A distância entre dois pelotões passa de 400 quilômetros sem ligação por terra."
O general Heleno tem posições firmes sobre a questão da vigilância nas fronteiras, e considera uma ameaça à soberania nacional a reserva contínua de 1,7 milhão de hectares da Raposa Serra do Sol, em Roraima, na região de fronteira, e chamou de "caótica" e "lamentável" a política indígena brasileira.
Ao analisarmos o assunto com serenidade isenta das sequelas do Regime Militar, podemos constatar que o general tem razão em suas críticas. Trata-se de afronta à Soberania Nacional o fato de "caciques" indígenas brasileiros exercendo comando e liderança em território nacional, demarcado como "reserva indígena", cujos limites constituem fronteira com outras nações. Ao permitir tal condição, um Governo contrapõe-se às necessidades e prerrogativas do Estado Brasileiro. O general identifica e enumera todas as ameaças possíveis advindas de tal decisão, e, ao mesmo tempo, demonstra a precariedade e a fragilidade das políticas do Governo Brasileiro no que tange a segurança nacional, a soberania do Estado Brasileiro, a política indigenista e a falta de vontade política de promover o adequado aparelhamento das Forças Armadas.

Enquanto estamos sendo massacrados por uma carga tributária desleal, o País é saqueado em suas riquezas que estão saindo por fronteiras desprotegidas. Embora tenha sido calado pela autoridade a quem responde, o general tornou pública a delicada situação em que se encontra a Amazônia brasileira. Não há crítica ao índio brasileiro, e sim à maneira como ele vem sendo usado para escamotear um verdadeiro saque às riquezas da Amazônia. E tudo sob a tutela de um Governo que propala uma política indigenista apenas para constar em portfolio para ser entregue a organismos internacionais.

22

de
abril

ASSUNTOS NACIONAIS x TEMAS LOCAIS

Algumas pessoas me questionam sobre o porquê tenho preferência por assuntos gerais do Brasil, em detrimento dos temas locais mais picantes ou empolgantes. É simples: o que acontece em Angra é reflexo direto do que acontece no País. Fraudes em licitações, dólares em cuecas, corrupção no Poder Legislativo (mensalão) entre muitas outras modalidades de ilícito, são desenvolvidas no Centro do Poder, que acaba por disseminar essa "cultura" através dos mais de 5.000 municípios brasileiros. Tais fatos não poderiam ser exceção à máxima de nossos pais: "o exemplo vem de cima". Assim, analisando a causa estamos comentando, também, seus efeitos devastadores. Angra não deixou por menos.

2

de
abril

Poesia e Política Local - A QUIMERA

‘Se as coisas são inatingíveis…ora!
Não é motivo para não querê-las.
Que tristes os caminhos, se não fora
a mágica presença das estrelas!’

Mário Quintana.

2

de
abril

SOBRE AS AMIZADES

"TODOS OUVEM O QUE VOCÊ DIZ. OS AMIGOS ESCUTAM O QUE VOCÊ FALA. OS MELHORES AMIGOS PRESTAM ATENÇÃO AO QUE VOCÊ NÃO DIZ". anônimo

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